3/28/2017

Sun Records

Essa série fala de um encontro ilustre entre 4 grande personalidades da música: Elvis, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash. o nome da série carrega o nome do estúdio onde o encontro aconteceu, em 1956. No período, onde o país fervia por conta da luta pelos direitos civis, os quatro eram os maiores expoentes do rock e música gospel.

O primeiro episódio é centrado em Elvis, Johnny e Sam, o dono da gravadora. Os dois primeiros, mais novos, precisam enfrentar a resistência dos pais e um sentimento de não pertencer ao lugar onde nasceram. Elvis possui, ainda, um contexto religioso bem forte, tal como Johnny. O racismo, também é muito presente na vida dos dois.


Esse excesso de religião foi um pouco broxante. Certo que é impossível separar garotos do interior dos Estados Unidos da religião, mas ela podia ser um pouco menos presente. Ainda faltaram os outros dois. Não conheço muito a música desse período, mas há uma menção a BB King. Não fiquei super interessado para ver a série. Acho que vou esperar mais opiniões.


Status: Quem sabe...
Próxima: Time after time.

3/23/2017

SS-GB

Essa é uma mini-série. Foram apenas 5 episódios. Um detetive de homicídios investiga um crime em um mundo onde a Alemanha ganhou a 2@ Guerra.


Não curto muito essas séries distópicas onde o nazismo é o grande vencedor. Acredito ter visto filmes suficiente para entender os horrores ao qual o mundo foi submetido e fico bastante feliz por viver em um mundo onde esse tipo de doutrina sofre uma grande parcela de repulsa. Se você concorda com a doutrina nazista, faça a nós dois um favor e feche esse blog. Não volte. Não queremos você aqui.

Quanto à história, não vimos nada de diferente das demais séries de detetive. O cara faz jogo duplo, possui um ajudante com quem faz comentários sarcásticos e está ajudando uma pessoa que pode ser conectada ao morto. A maneira como os fatos evoluem é minimamente curiosa, mas não o suficiente para continuar.

Status: sem grade pra você.
Próxima: Sun Records.

3/22/2017

Snatch

Esse é um dos meus filmes favoritos, embora não seja o favorito do Guy Ritchie [é Jogos, Trapaças e Dois canos fumegantes]. Se você não viu, Snatch envolve um diamante roubado, boxeadores amadores, um russo que vende armas e bandidos incompetentes. A trama é cheia de altos e baixos e termina de uma maneira muito legal. Vale a pena rever sempre.

Eu tenho reversas com esse tipo de coisa por motivos óbvios: um filme inglês transformado em uma série pelos norte americanos, à semelhança do que já aconteceu várias vezes antes [Shameless e Dirk Gently, por exemplo]. Os atores principais são ingleses [o que já diminui a minha resistência] e a trama parece estar sendo bem abordada.


Os elementos do filme estão todos lá. Por ser apenas o piloto, vou alimentar esperanças de que fizeram um bom trabalho com um dos filmes que mais gosto.

Todos os 10 episódios já estão disponíveis.

Status: Grade.
Próxima: SS-GB

3/20/2017

Punho de Ferro

O último defensor estréia na Netflix. Outra série muito esperada [por conta do hype, por ser Marvel e Netflix], mas, pelo menos o piloto, deixa um pouco a desejar. Eles entregam uma boa sequência de ação quando Danny precisa passar pelos seguranças da empresa do seu pai. Mas nada de poderes por enquanto.

Algumas dúvidas surgem já no piloto: 1) Como Danny Rand vai provar sua identidade se não há impressões digitais dele?; 2) Por que o sócio do seu pai precisou fingir a própria morte? Perguntas que devem ser respondidas com o passar dos episódios.



Esperamos não estar diante de outro seriado com a pegada do Luke Cage: legal, mas muito devagar e difícil de assistir.

Status: Grade.
Próxima: Snatch.

3/17/2017

Trial & Error

A série começa com um assassinato. Um professor de poesia é acusado de matar sua esposa.  Um advogado é chamado para defendê-lo, mas haverá obstáculos. Seu escritório será em uma loja de taxidermia e, para ajudá-lo, vários funcionários desajustados. O formato é de falso documentário, já usado por várias séries.

Apesar de lidar com assassinato, há tentativas de humor. Infelizmente, não é engraçado. Humor raso e preguiçoso. Lidar com esteriótipos de doenças e questões regionais [muito forte na cidade onde a série acontece] não funcionou.



Mais 20 minutos que eu gostaria de ter de volta. 

Status: Sem grade pra você. 
Próximo: Punho de Ferro.

3/15/2017

Making History

Um cara, que trabalha na manutenção de uma universidade tem uma máquina do tempo. Ele viaja ao passado todos os sábados e, algumas vezes, durante a semana. Ao não medir suas ações, provoca uma reação em cadeia [Efeito Borboleta]. Uma comédia muito fraca.

Não há nada remotamente engraçado nesse piloto. Além de piadas batidas, paradoxos temporais e incoerências aos montes. Fez desejar ter esses 20 min de volta na minha vida.





Status: Sem grade pra você.
Próxima: Trial & Error