5/21/2012

Mais estranho que a ficção

Tudo começou com uma palestra. Não lembro o tema. Saí do prédio e entrei no carro. Alguém me acompanha.
De repente, ele me manda sair do carro. Estamos no meio de uma avenida. O carro explode. Nossas vidas estão salvas. Vou pra casa.
Ligo a tv e anunciam uma mensagem. Forma-se a rede de rádio e tv. Uma mensagem da Presidenta: vai censurar a correspondência até que cessem os atentados a bomba que estão matando funcionários públicos. Eu me pergunto: a quem interessaria matar diplomatas?

Mais um fruto da minha mente insana.